Irredutivelmente OFF LIFE

3 Agosto, 2008 - Uma resposta

Fim do Projeto

Pronto, acabou indefinidamente.

Abraços para os insanos compnaheiros de viagem,

Até mais ver,

|||JHOW|||

Grão de Areia

10 Julho, 2008 - Uma resposta

Maria era uma criança sensível, como qualquer outra garota presa pela inércia da vida. Vida indiscreta, talvez injusta, que lhe fez o favor de tirar, precocemente, seu herói e sua fortaleza. Maria perdera seus pais em um acidente de carro. Os médicos, incrédulos, ainda a citam como a menina do milagre. Desde então, todos os dias das mães, ou dos pais, era para sua avó que iam os desenhos mais carinhosos de uma pequena mão adulta.
Dona Conceição adotou a neta como filha incondicional. Cuidava de ambas com um salário de aposentada, em uma casa humilde e com um futuro nem tão promissor. Muito além do dinheiro, as duas viviam uma cumplicidade sem preço. Eram mãe e filha. O que sobrava dos remédio de pressão alta, Dona Conceição tentava fazer a vontade da pequena Maria. Nem eram tantas. Afinal, com seus dez anos de vida, a macabra força da morte destruiu um coração puro e ingênuo. O que restou foram faíscas de um olhar sem brilho e trapos de uma amargura sem fim.
Naquele tarde, em especial, Maria voltava da escola e, como de costume, admirava o crepúsculo do fim de tarde encobrir a pequena cidade, escura antes da hora. Estava ansiosa pelo amanhã. Era sua única esperança: sempre um novo dia. De longe avistou a pequena casa tombada para a esquerda. Mal pintada, com as paredes descascando, porém, seu lar, abrigo de amor, fonte de força. Abriu o portão e sentiu em suas entranhas o característico ranger da ferrugem. Mas aquele arrepio não era normal. Um calafrio subiu-lhe pelas frágeis pernas. Tentou encarar para dentro das jenelas arreganhadas, porém a escuridão reinava. Como silêncio. Sua avó sempre a esperava bordando na cozinha. Estranhou tudo isso. Maria jogou no chão sua surrada mochila e adentrou um pouco mais, cautelosamente. Como se esperasse por algo. “Vó?”. Silêncio. Sentiu-se ofegante e desesperada. Pensou em sair e pedir ajuda. Mas alguma coisa impulsionou-lhe para mais um passo. Enfim, alcançou a porta da cozinha. Percebeu que sua mão estava trêmula. Um frio na barriga causou repulsa ao metal ríspido. Mais um som passando por todo o corpo e uma cena que nunca mais esquecerá…

Ligações de Último Grau

4 Julho, 2008 - Deixe seu recado!

Política é para os incapacitados mentais. Gente como agente. Come a gente (almoça, janta e sobremesa). Política é para burros. Os burros são esses animais (i)rracionais que costumam confundir as coisas, principalmente no motel. Motel? Centro de convenção. Um tipo de universidade com curso superior intensivo. Super intensivo. Assim como o PIB (Para “I”ntender o Brasil). Cresce aqui, cai alí tropeça acolá. Acolá: verbo no infinitivo que indica a ação de um burro durante a prova de Física. Uma ciência qualquer, como qualquer outra qualquer pra quem quer. E QUERER é um daqueles sentimentos que não podemos nos dar ao luxo de TER. E quem tem, pode. Pois o poder é o prestígio dos poucos oprimidos pelo dinheiro. Dinheiro? Capim pra burro comer e regurgitar por cima de um político qualquer que não gosta de Física, por isso não procura entender o PIB que caiu na sua prova, quando estava acolando, bem na Universidade MOTEL.

Frase de Impacto

Sinceridade é aquilo que se faz com um SIM e SERIEDADE