Não sou normal. Mas quem é?! E não insista, não me lembro mesmo de qual país eu vim. Meu jatinho pifou por ali… (em Saturno?). Pensei ter visto um paraíso por perto. Era um buraco. Foi assim que caí no Brasil. Agora entendo porque a TV à cabo proibia canais latinos. O pior de tudo é que meu motor é movido a Coca-Cola. Não… No Brasil só tem Del Rey, é que eles mudam o rótulo. Faz alguma diferença? Brasileiro não tem paladar mesmo, basta colocar um rótulo vermelho impresso com letras brancas (“Arial Black”, pra economizar tempo).
Acontece que resolvi ir embora. Mas antes, não poderia deixar de ajudar meus poucos amigos que fiz nessa boa terra: um cachorrinho que me fez companhia nos momentos mais difíceis (ele tem a pata direita dianteira quebrada, o que o faz mancar por todo lado) e uma lagartixa que encontrei com o rabo solto no quintal. À eles, um agradecimento: o fim do Brasil!
Foi com essa ideia útil, sem precisar de aprovação no Congresso, que recruto colaboradores para o Projeto. Vamos acabar com tudo. TUDO. Isso inclui o Faustão, Luciano Hulck e o Calypso. No entanto, a matéria prima é escassa (quase tudo é).
Sendo assim, nos preparemos para o grande dia. Armemos-nos com o que nos há de melhor: a feijoada. Por falar nisso, minha barriga levou à sério a Globalização… vou ali fazer meus exercícios físicos.
Sejam bem vindos ao Projeto Manhattan.
Fórmula Nova:
Ideia=Fome*Dinheiro