É verdade que a morte chega. A gente percebe logo que morre. (!)

Somos tão insignificantes. Somos rei. Agora percebo, de longe, o que significa. Não tem significado. Pois assim fica vago. Vago.. Vácuo. É assim que fica vago(cuo): incertezas. Se este é o fim. Que ponha logo o ponto final:
O garoto viu, por cima do muro, o outro lado da rua. Espaço além de uma terra amiga. Chão forte que sustenta um corpo frágil e um sonho impossível. E seus ávidos olhos caçavam os sulcos daquele asfalto carcomido pela chuva. Ácida. Como sua mente. Seu sonho. O garoto sonhava e o muro o levantava por entre seus olhos de mente amiga. O garoto murava um sonho que levantava os olhos do sonho. O garoto não entendia. E buscava o outro lado da rua. Sem entender. O garoto sorriu por inocente ignorância: uma lágrima que salgava os lábios. Vazamentos de alma…
E antes, que eu me esqueça, ínfimo leitor incerto, seja bem vindo ao novo Projeto Manhattan. Um novo projeto para aqueles que vêem além. Além. Amém.
Poema
Amor-te pegou
A lua CHEIA
ENCHEU o céu
de Saudades
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Preocupa-me o aquecimento global. (Não tenho dinheiro para um ar-condicionado. Diga-se: condicionado a gastar). E todos aqueles problemas conseqüentes… Gelo derretendo, pessoas queimando ao sair de casa, silicone derretendo nas mamas… Um desastre natural. Causado pelo homem. (Sim, porque as mulheres não sabem nem onde aperta-se o botão pra ligar o aquecedor do Aquecimento Global). O mundo vai acabar, mas antes, tenho que ver o final da novela, do Brasil e de minha sogra. (Não, não tenho, mas vocês adoram piada de sogra!)
Semana passada comprei uma cadeira de rodinhas para meu computador. Agora estou preparado para o terremoto. Vou dançar conforme a música (ou o tremor) sem parar de escrever meu Projeto Manhattan. Porque do jeito que as coisas andam (rastejam) será questão de dias (anos, caso for aberto uma CPI) para que Minas tenha seu primeiro grau Richter. Estão fazendo contagem regressiva e já foi declarado feriado ESTADUAL (é que o Lula disse pra disfarçar… Mas vai abrir uma MP -Medidas Pós Visórias pra implanta-lo em todo país). Já tem gente arreganhando os dentes: “Nossa, podia vir uns 200 graus do Richter.” Pois brasileiro é persistente, esperto, inteligente, animado e não desiste nunca. Vote em mim (Number: 123)!
É nesse auto astral que penso em lançar-me à candidatura da pé-sidência. E, de cara, prometo terremoto pra todo mundo. Acima de tudo, igualdade social, oras! E aquecimento também! Assim que o mundo começar a aquecer (deve ser daqui uns dias…) vou implantar aquecedores em todo o Brasil (jornais velhos, claro)! Só assim todos participarão desse grande movimento em prol do aquecimento global. Devemos pensar nos nossos companheiros nortistas que sempre passaram frio desde que o mundo é (I)mundo! Ajude-nos a aquecer o uni-verso e esquentar a bunda de nossos irmãos e irmãs em Terra. Acém! (Para o churrasco da comemoração).
Por falar em bunda, li no jornal sobre o desenvolvimento econômico brasileiro. Vendemos cana adoidado (tinha que ser no governo Lula) e estamos deixando todo o mundo bêbado. Outro dia Dalai na Lama levantou sua plaquinha: “Peguem o Tibet” e o brasileiro, solidário, do sertão, ingenuamente, disse à sua mãe: “Mamãe… porque aquele véinho ta atrás do Ti Beto?”. A mãe, assustada, corre à televisão e, diante à tela: “Safado do meu irmão meteu-se em encrenca de novo! Óchente, mainha ! (Relevem, é que empolguei) Aposto que roubou mío daquele senhor. Probri omi, só tem aquela roupa vermelha-alaranjada”. Fico contente com a solidariedade em meu país. A ONU(s) também.
Mas, por ser brasileiro (naturalizado) revogo minha campanha. Já tenho quem me defenda lá(aaaaa) no congresso: a lagartixa morta na sala presidencial. Votei nela. E nela confio o meu futuro.
Próxima parada: Furacão! Se a verba não for des|viada| (claro…)
Puema:
Daqui não abro mão
(Mão de Alzheimer)
Aqui é meu coração
Dêi-me mais um ão
Pra um Brasil melhor e sem jargão
Fórmula Nova:
Terremoto=Terra(roxa)+Moto(-Honda)
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Na verdade, o povo não passa fome. Chora porque é guloso. Com tanta lumbriga por ai! Passa fome quem quer. Temos que ter dó é dos congressistas que passam dias e dias em árduo ofício de… de… um monte de coisa, à base de Pizza. (À moda da casa).
O Arroz aumentou? Compra farinha! Fecha os olhos e finge que é MacDonalds. Acho até que vou abrir um rede de FastFood: FASTFOODEU DO POVO. E os brasileiros adoram! Eu adoro brasileiro. Prato principal? Cadáver à milanesa. Porque o Brasil é auto suficiente. Pra que soja com tanto sujo pelo chão?
Meu companheiro Lula foi esperto, abriu uma lojinha de conveniência: PetroTrás (o terceiro mandato, o Corinthians e três garrafas de pinga para o novo lema: Eu bebo, Dilminha cai e o governo levANTA!) . Sim. O combustível NÃO é da Bacia de SANTOS (haja reza pra ela existir!). Trata-se de algo mais moderno, simples e fácil (como o polvo povo): Arroz e feijão. Um PF por quilômetro rodado. Imagine a praticidade do novo sistema: Não gostou do macarrão da sogra? Enfia no buraco! (Do carro, por favor). Claro que a (des)igualdade social é relevante nesses casos. Afinal, teremos importados (superfaturados) movidos à sushi e caviar; e alguns Fusquinhas, Motoquinhas e biciclet(inhas, releva, vai…) acionados à simples presença de arroz podre (ah, devemos levar em consideração o aumento do arroz, pensando nisso, o SISTEMA ANDE À PF implantará, em curto prazo, a possobilidade de combusíiveis com arroz putrefado: fácil de encontrar e regojitar). Para os miseráveis, companheiro Lula lança o PAQ – Pra que AJA Querimismo.
E assim… o povo dorme feliz… Confiante… e saudável… Que país é esse? O Brasil do PROGREÇO!
Puema:
Batatinha quando nasce,
É vendida pro Bushão.
Mamãezinha já não dorme,
Morreu por desnutrição.
Fórmula Nova:
Eleitor=(LeiteDeVaca+Derramado)/LeitorDaInternet
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